Vale sempre se lembrar do básico, do que nos foi ensinado na escola. Temos todos que fazer nossa parte e não jogar lixo fora da lixeira. Não jogar cigarro na beira estradas para evitar incêndios. Gastar pouca água quando tomar banho, escovar os dentes, lavar o carro e etc. Sempre que possível andar a pé ou de bicicleta para diminuir a emissão de gás carbônico.
Também devemos conscientizar aqueles que estão ao nosso redor. Para que todos tomem esse tipo de atitude.
Exigir que as autoridades fiscalizem melhor as industrias e fabricas também é um direito nosso. E conforme a situação do nosso ambiente piora, esse direito se torna um dever.
Podemos também instigar nossos governantes a investir em algumas coisas que contribuem para a preservação da natureza. Como o turismo ecológico ou ate mesmo pesquisas farmacológicas. Investindo em turismo ecológico, preservamos a natureza e ainda ganhamos dinheiro. Podemos aproveitar a biodiversidade brasileira para fazer pesquisas e criar patentes de novos remédios.
As constantes agressões a natureza e aos animais estão trazendo conseqüências irreparáveis ao nosso equilíbrio ecológico, largamente divulgado pelas manchetes que nos alertam. Exemplo da real ameaça a multiplicidade da vida, está na modificação do clima no planeta em relação a nossa vagarosa adaptabilidade. Devemos hoje, conscientes de nosso papel, juntos vencer a enorme lacuna entre pratica e teoria e como verdadeiros "amigos do meio ambiente", preservar as nascentes, replantar mudas nativas, respeitar a biodiversidade local, conhecer o manejo correto do lixo doméstico e não poluir. Esta importante contribuição poderá definir o nosso futuro!
Essas unidades, entre outros objetivos, são áreas protegidas que permitem conservar não apenas as espécies de alto valor ecológico, econômico ou científico, mas todo o ambiente, com seus processos de relação inter e intra-específicas. Existem diversas categorias de unidades de conservação, que se distribuem em dois grandes grupos: as de uso direto, ou de uso sustentável, que permitem atividades humanas controladas, como extração de alguns produtos, plantas, etc; e as de uso indireto, ou de proteção integral, que não permitem interferência em sua área, salvo em alguns casos específicos, para pesquisa e manejo.
O Brasil, por possuir uma enorme biodiversidade, é alvo constante da biopirataria. Segundo a organização não governamental Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, aproximadamente, 38 milhões de animais da Amazônia, mata Atlântica, das planícies inundadas do Pantanal e da região semiárida do Nordeste são capturados e vendidos ilegalmente, o que rende cerca de 1 bilhão de dólares por ano.É uma forma de pirataria moderna. Não é apenas o contrabando de diversas formas de vida da flora e fauna, mas principalmente, a apropriação e monopolização dos conhecimentos das populações tradicionais no que se refere ao uso dos recursos naturais. Ainda existe o fato de que estas populações estão perdendo o controle sobre esses recursos.
Esta situação não é nova na Amazônia. A biopirataria prejudica a Amazônia porque faz diminuir o número de espécies da fauna e da flora. As informações de um grupo de indivíduos acumulados por anos, portanto é um bem coletivo, e não simplesmente uma mercadoria que se pode comercializar como qualquer objeto de mercado.
Porém, nos últimos anos, por meio do avanço da biotecnologia, da facilidade de se registrar marcas e patentes em âmbito internacional, bem como dos acordos internacionais sobre as possibilidades de tal exploração se multiplicaram.
A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
A sociedade moderna – particularmente os países ricos – desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, por exemplo, é uma ameaça constante às florestas.
A exploração excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção.
A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.
Para a exploração dos recursos biológicos do planeta, diferentes sociedades ao longo da história da humanidade desenvolveram tecnologias distintas, seja pela coleta, caça, agricultura, criação de animais ou beneficiamento da produção. O grau de complexidade dessas tecnologias bem como o nível de transformação do ambiente natural são elementos que distinguem o estágio de desenvolvimento entre tais sociedades.
Nos dias atuais, comunidades remanescentes destes grupos humanos e sociedades tradicionais mantiveram modos de vida sustentáveis, baseados numa relação de respeito e interdependência com o meio ambiente, co-relacionadas à uma cultura de manutenção e preservação do meio natural. À medida que essas relações de produção e reprodução ecológica, social, econômica e cultural funcionam e interagem de forma sustentável e, na conservação do meio ambiente, reconhecemos esta cultura como parte integrante da biodiversidade e a este conceito definimos como sociobiodiversidade.
Em virtude dos diversos ecossistemas e biomas em nosso território, podemos observar a existência de populações tradicionais que sobrevivem quase que exclusivamente dos recursos extraidos da natureza, explorados de forma sustentável e com o uso de técnicas e conhecimentos passados de geração para geração. Neste grupo, podemos observar as sociedades indígenas, quilombolas, pescadores tradicionais, catadores de açai, quebradores de coco dentre outros.
Viabilizar a melhoria das atividades econômicas e preservação natural juntamento com a participação popular, são diretrizes das atuais políticas governamentais. Buscando com isso a capacitação de melhorias nas condições de produção e comércio dos recursos extraidos por essas comunidades, assim como manter e/ou resgatar traços culturais que marcaram e marcam o cotidiano desses povos dado a importância e riqueza desses registros sócio-culturais relacionados ao convívio harmonioso como o meio natural.
Assim, admiti-se por meio deste conceito, a manutenção não só de uma determinada área de preservação e conservação natural, bem como o povo e toda uma cultura que ali residem, como partes que se fundem e se relacionam.
A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
A sociedade moderna - particularmente a dos países ricos - desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, como tantas outras coisas, é uma ameaça constante às florestas. A exploração excessiva de algumas espécies é um dos motivos que pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção.
A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.
A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas é mais um dos fatores prejudiciais, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país.
Um caso bem conhecido é o da importação do sapo cururu pelo governo da Austrália, com objetivo de controlar uma peste nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país. O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfíbios da região, tornando-se um problema a mais para os produtores, e não uma solução.
A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas. A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, estão na base dos ecossistemas.
Como elas florescem com mais intensidade nas áreas úmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazônia e sua excepcional vegetação.
Não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 50 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 1,5 milhão de espécies.
Entre os especialistas, o Brasil é considerado o país da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estão aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapêutico das plantas da Amazônia.
O termo biodiversidade é a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os micro-organismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras.
A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, estão na base dos ecossistemas.
Como elas florescem com mais intensidade nas áreas úmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazônia e sua excepcional vegetação.
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